Desde a mais tenra idade, Santo Antônio aprendeu com sua piedosa mãe o hino: Ó gloriosa, que ele gostava de recitar sempre. Exalando o último suspiro, murmurava-o ainda diante dos irmãos edificados e inconsoláveis. Ei-lo tal qual o santo o recitava:
Ó gloriosa Soberana, elevada acima dos astros! Aquele que vos criou quis, menino, nutrir-se de vosso leite sagrado.
O que o pecado de Eva nos tirou, vós no-lo destes por vosso divino Filho. Fostes estabelecida porta do céu, para que os desventurados filhos de Adão possam entrar na glória.
Sois porta santa por onde o soberano Rei veio a nós; sois o brilhante palácio da luz eterna. Nações resgatadas da morte, louvai ao Senhor, que nos deu a vida pelo ministério de uma Virgem.
Glória a vós, Senhor, que nascestes da Virgem, glória ao Pai e ao Espirita Santo, nos séculos eternos. Amém.
(Em latim)
O gloriosa Domina,
Excelsa super sidera,
Qui te creavit parvulum
Lactasti sacro ubere.
Quod Eva tristis abstulit,
Tu reddis almo germine;
lntrent ut astra flebiles,
Caeli fenestra facta es.
Tu regis alti janua,
Et porta lucis fulgida,
Vitam datam per Virginem,
Gentes redemptae, plaudite.
Jesu tibi sit gloria,
Qui natus es de Virgine,
Cum Patre et almo Spiritu
ln sempiterna saecula. Amen.
V. Post partum, Virgo, inviolata permansisti.
R. Dei Genitrix, intercede pro nobis.
OREMUS. Deus, qui salutis aeternae, beatae
Mariae virginitate foecunda, humano gener
praemia praeparasti; tribue quaesumus, ut
ipsam pro nobis intercedere sentiamus, per
quam meruimus auctorem vitae suscipere, Dominum nostrum Jesum Christum Filium tuum
R. Amen.

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